Nesse período, os artistas plásticos começaram a se aprofundar no estudo da perspectiva, assim como os músicos a buscar novos e surpreendentes efeitos. Ambos dependiam de famílias poderosas para tornarem-se grandiosos, mas dependiam também e, principalmente, dos senhores e mestres para que pudessem se manter por conta própria.
Pintores e músicos estavam igualmente fascinados pela ideia de que a arte pudesse ser usada não só para contar a história sagrada de uma forma comovente, mas para refletir também um fragmento do mundo real.
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